
Quem cresceu assistindo Sally Field no papel da bi-polar mãe de Abby Lockheart em ER levante suas mãos? Se você respondeu sim para esta primeira questão me responda o seguinte: você conseguiu criar alguma empatia com a mãe de Stabler? Ter pena dela?
Não me entendam mal, Ellen Burstyn ficou muito bem no papel da mãe de Elliot. É que depois de anos vendo a mãe de Abby ir e vir e fazer sua filha sofrer eu não poderia me compadecer dela. Acho, inclusive, que este foi um episódio de Elliot. [More]
Sábado foi dia de zapear e acabei dando uma sorte incrível de assistir a três bons programas na sequência na GNT: Dilemas de Irene, Pet.Doc e o espisódio Despedidas de Mothern.

Dilemas de Irene estreou na GNT com o episódio Pneu: Tá buzinando Pra Quê?. Eu confesso que nem sabia da estréia de um novo seriado na grade do canal, mas resolvi encarar e ver o que rolava.
A série é protagonizada por Mônica Martelli e deve ter 13 episódios nesta primeira temporada. A idéia é mostrar o dia a dia de uma mulher moderna, misturado a dicas de comportamento, serviços e outras coisas mais, dadas por ditos “especialistas” nos assuntos abordados. [More]

Vou falar de Savant, pelo simples fato de que ao assistir Agro (01×03), peguei no sono. Numa boa, nem agüentei esperar pela segunda parte. Fui encontrar com os anjinhos logo após Hood falar que seria um pouco difícil uma garota que reprovou duas vezes em seguida em química acabar por envenenar toda a família.
Savant, pelo contrário, agarrou a minha atenção logo nos primeiros minutos. Sempre tive uma curiosidade absurda por tudo que se relaciona à mente humana e seus segredos. Talvez por isso um de meus personagens favoritos é Jerry Spenson (Boston Legal), que tanto me ensinou sobre pessoas com a Síndrome de Asperger. [More]

Acho interessante quando os episódios de Cold Case realmente entram no clima da história que está sendo contada. Roller Girl está longe de ser um ótimo episódio, a bem da verdade foi bem fraquinho, mas as cenas de época, mais o finalzinho com Lilly e Will patinando na pista, foram muito bem feitas.
O caso é de 1978 e a investigação é retomada após uma mulher presa resolver trocar informações sobre o que viu naquela noite por uma folga em sua sentença. Acho que o começo já foi um pouco errado: o simples testemunho dela sobre um furgão com uma espaçonave desenhada é suficiente para reabrir o caso do assassinato de Missy Gallavan? [More]

O Paulo pediu e eu fiz o enorme sacríficio de selecionar algumas fotos com os homens de Lipstick Jungle para um Colírio especial, antes que o seriado acabe.
Clique aqui e escolha o seu preferido. O meu é Carlos Ponce, esse moço horrível aí de cima.

Já se vão alguns anos que eu não acompanho novelas do começo ao fim. Acho que o ritmo das novelas acaba por diferir muito do dos seriados, onde as coisas têm uma resolução mais fácil, mais rápida.
Apesar disso, cresci assistindo novelas com minha mãe e acredito que elas são intrinsecas a alma do povo brasileiro. Quem de nós nunca foi fisgado enquanto estava de passagem pela sala e outra pessoa estava assistindo e acabou ficando pela sala mesmo, assistindo e não assistindo à uma novela?
As novelas de Glória Perez sempre dão o que falar. Além de não escolher temas fáceis, Glória sempre pega o de mais atual como base de seu trabalho, não raro defendendo alguma causa ou fazendo barulho sobre algum assunto.
Ao que parece, em sua próxima novela, cuja temática será indiana, Glória, que já possui seu próprio blog há algum tempo, escolheu o personagem de um blogueiro como o responsável pela ligação entre os dois países. Quem sabe baseada até em alguma história real, como a contada pela Sam neste artigo aqui.
E, ao que parece, a nova mídia deve ser bastante mostrada, já que está sendo muito utilizada para a divulgação da novela, seja no site especial, sediado no portal Globo, seja no Diário de Bordo, que conta o dia a dia da produção.

Tenho de repetir que Privileged está longe de ser um seriado teen (mas lembrem-se que eu sou fã de de Aliens In America e não sou fã de Gossip Girl), ainda mais quando um dos primeiros diálogos de seu segundo episódio cita Laverne & Shirley.
O segundo episódio começa ainda na festa de Laurel e ainda Megan tentando remendar o impossível: a presença de sua irmã para complicar a sua vida. Ela acaba cometendo o erro básico de mentir para Laurel sobre conhecer Lily e depois passa o episódio todo na busca por redenção. Eu sei, tudo isso é clichê demais, confesso até que o “piti” de Lily me cansou um pouco, mas os roteiristas corrigiram o curso ao colocarem o lance da entrevista de Megan na jogada. [More]

A cena da adega fez valer tudo: a participação especial de Chevy Chase; o envolvimento de Tommy e Justin com Lena; até o papo mais sem graça de Kevin com Robert, com o segundo dando uma de maioral para cima dele porque o irmão dele estaria ajudando as pessoas. Ai, como o Robert me irrita!
Eu só fiquei meio confusa com a ordem dos acontecimentos. E quando fui buscar imagens na internet para ilustrar o post fiquei mais confusa ainda: foi só eu que ficou com a impressão de que tinha cena que acontecia depois, mas na linha do tempo deveria ter ocorrido antes? [More]

Fico triste de não gostar tanto dos episódios de John Adams que sucederam à Independence. Longe da chatice de Don’t Tread On Me, Reunion não teve o brilho de Join Or Die e Unite Or Die foi cansativo.
Em Reunion pudemos ver a ascensão, mesmo que contra sua vontade, de John Adams a posição de embaixador dos EUA na Inglaterra, logo após Abigail ter deixado o país para lhe fazer companhia em Paris.
Fiquei impressionada com o Rei George III. Aquele olhar dele, aquela falta de expressão. Como quem conta a história é sempre o lado vencedor, não é nada estranho que o rei inglês seja representado por um homem com face de louco. [More]

Adoro particularmente quando os episódios de Cold Case remexem o passado obscuro dos EUA. Talvez por isso um de meus episódios preferidos seja Family 8108 (05×11), sobre o que aconteceu com os japoneses moradores no país na época da Segunda Guerra.
Em Wednesday’s Women os fantasmas vêm do passado racista do sul do país, do Mississipi.
E o caso da moça que vendia Tuppware e acabou morta próximo de sua casa vira o assassinato de uma moça branca que faz amizade com moças negras e resolve atravessar meio país para ajudar as crianças negras a aprenderem, isso num tempo em que elas não podiam freqüentar a escola. [More]